Um dia conheci um cara. Era uma pauta do jornal. Esse cara acompanhava um grande músico. Eu não sabia que ele era um grande cara. O músico era o Martinho. O cara virou meu amigo. Eu fui pro Rio um dia e liguei pra ele. A amizade aos poucos ia acontecendo. Ele me chamou prum samba. Não larguei mais a roda. Conheci sua família. Ele conheceu a minha. Eu voltei pra cá e as saudades me lembram de lá. Em março eu volto de novo. Vou rever meus amigos. Agora fico no youtube. Achei ele e seu filho cantando pro Martinho.
Correnteza de uma causa
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Riboud relembrou esse dia em um ensaio sobre sua carreira, publicado em
1989. "Certa vez, em outubro de 1967, me vi em Washington, levado pela
correnteza ...
Há 15 horas

Um comentário:
Saudades dessas feras! Muitas saudades do Riiio e do povo de lá..
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