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15 fevereiro 2010

Um outro Carnaval

Aqui por estas bandas o quente do Carnaval já foi. As principais escolas de samba já passaram na avenida do complexo cultural do Porto Seco. Tive por lá. E fotografei. Não na avenida, mas antes e depois dela. Fomos Tadeu Vilani e eu. Assim que der coloco mais por aqui. O meu e o dele. Quem sabe na quarta-feira de cinzas, pra matar a saudade da festa.



Mais do carnaval daqui, no blog, no post abaixo e aqui...

10 fevereiro 2010

Marcelinho Moreira

Um dia conheci um cara. Era uma pauta do jornal. Esse cara acompanhava um grande músico. Eu não sabia que ele era um grande cara. O músico era o Martinho. O cara virou meu amigo. Eu fui pro Rio um dia e liguei pra ele. A amizade aos poucos ia acontecendo. Ele me chamou prum samba. Não larguei mais a roda. Conheci sua família. Ele conheceu a minha. Eu voltei pra cá e as saudades me lembram de lá. Em março eu volto de novo. Vou rever meus amigos. Agora fico no youtube. Achei ele e seu filho cantando pro Martinho.

Mart'nália, Martinho



e Marcelinho Moreira ao fundo na percussão. Saudades do amigo, do samba, do Rio.

03 abril 2009

Rogê na Lapa

Até gravei um pedaço do show do cara, mas o áudio ficou horrível, então catei este no Youtube. E recomendo, o cara faz um som muito maneiro, altamente alto astral.

06 março 2009

Carnaval na fronteira

O carnaval de Uruguaiana é um fenômeno. A cada ano se populariza e cresce. Muitas pessoas o acompanham na hora do desfile e outras tantas se envolvem na construção da festa. Com uma tradição antiga na cidade, da história dos desfiles organizados por fuzileiros navais, vai se adaptando a globalização apressada da cultura e se firmando como uma cidade carnavalesca reconhecida aqui e fora do Estado. E é de fora que chegam alguns dos ingredientes para que a festa se tornasse o fenômeno que é hoje. Artistas e personalidades do carnaval carioca desembarcam aqui, no carnaval fora de época, para introduzir costumes e trejeitos bem mais chiados, numa harmonia que por enquanto vem dando certo. Aliás, como não daria. Somos hospitaleiros. Somos grosso, mas não somos rudes. E desse jeito todos brincam e se adaptam. Se a sapatilha da baiana veio de lá com um número menor. Adaptamos, pisa no calcanhar e usa como alpargatas. Se o desenho da alegoria é "muito do cachorro", solda-se os ferros do jeito que acha que vai ficar melhor. Depois ouve-se o elogio de que o recado da idéia de confecção do carro tinha sido entendida completamente. Daí só dão aquela risadinha. E por falar em cachorro, que por lá, acabou virando personalidade durante desfile, aqui o cusco não se cria. Se se meter a besta e resolver dar aquela conferida na baiana, toma um bico. Também não dá pra permitir tudo. Brincam e gozam da alegria, se permitem algumas influências de fora, mas não se entregam. Aliás gaúcho que é gaúcho, não se entrega de jeito nenhum, amigo companheiro.












26 fevereiro 2009

Carnaval III

Recupero em ordem inversa ao retratado, mas posto por último talvez o mais importante.
É da força deste povo, seu suor e sangue, que brilha a magia do carnaval. Empenho não falta, azar do cheiro sufocante da cola, do calor dos barracões e das horas de sono suprimidas. O importante é que tudo esteja lindo para um desfile de 20min na avenida.

Estas fotos foram feitas na quinta-feira que antecedeu o final de semana do carnaval. Muito já estava feito, mas muito também precisava de retoques e finalizações. Foi isso que retratei e foi isso que me deu vontade de voltar lá mais vezes no próximo carnaval.