O querosene não lhe queima mais. Os pés estão acostumados a pisar no fogo. A pele deve ter desenvolvido uma proteção. E a boca, bom, essa sofreu alguns golpes. Ele é quem gospe e engole fogo e pelas contas tem mais apresentações que os dentes que ainda lhe restam. Não tem tempo pra essas vaidades. Precisa, antes de cada espetáculo, providenciar o combustível e preparar os bastões que irá incendiar. Brincar com fogo lhe gerou seu ganha pão até hoje, mas também lhe deixou cicatrizes.
3 comentários:
Anônimo
disse...
De onde vc tirou que não sabe escrever e não tem dom para as palavras?
Ô, Dani, acho que tu não precisa levar repórter em todas as tuas andanças. Teu texto é tão rico de significado quanto as imagens que tu captura. Muito bem, rapazinho.
A primeira câmera de vigilância
-
Sob o título “Cuidado com o Daguerreotypo”, o jornal português O
Recreio trouxe, em 1841, o relato de um evento ocorrido supostamente na
França em que um a...
A deslealdade do tempo
-
Texto de Georgia Quintas sobre o fotolivro “Me acuerdo” do fotógrafo Juan
Santos.
The post A deslealdade do tempo appeared first on Olhavê.
First blog post
-
This is your very first post. Click the Edit link to modify or delete it,
or start a new post. If you like, use this post to tell readers why you
started t...
ode aos sobrados, por fernando martinho
-
FERNANDO MARTINHO - Coletivo Paralaxis - "Sobrados da Zona Oeste"
Minha mãe, dona Avany Cavalcanti, sempre dizia: "*os espigões estão
dominando a cidade...
3 comentários:
De onde vc tirou que não sabe escrever e não tem dom para as palavras?
lindo ensaio sobre o circo, cada foto mais linda que a outra.
Ô, Dani, acho que tu não precisa levar repórter em todas as tuas andanças. Teu texto é tão rico de significado quanto as imagens que tu captura. Muito bem, rapazinho.
Postar um comentário